Aposta forte da Kia para se evidenciar no segmento A, o novo Picanto alia um conjunto de características que o tornam num modelo muito apetecível e que se destaca em qualquer cidade
29-Mai-2011
A nova geração do Kia Picanto já roda nas estradas nacionais
e o LusoMotores quis testar, em primeira mão em solo português, o modelo que se
apresenta como a grande aposta da marca sul-coreana para se afirmar no competitivo
segmento A.
Argumentos para atingir o almejado sucesso parecem não
faltar a este pequeno citadino. A começar desde logo pelo seu design moderno,
apelativo e até ousado, onde salta logo à vista o denominado “nariz de tigre”
na frente, ficando simultaneamente clara uma maior maturidade ao nível estético
do novo Picanto em relação ao seu antecessor. Destaque ainda para os conjuntos
ópticos, em que se destacam os LEDs à frente, respectivos às luzes diurnas na
versão testada – TX, a mais equipada da gama -, e o original grafismo dos
farolins traseiros. Verdade seja dita: durante o teste dinâmico, foram poucos
os que resistiram a observar o novo Picanto, que parece mesmo não deixar
ninguém indiferente à sua passagem e cativar, pelos melhores motivos, grande
parte dos olhares de peões e automobilistas que consigo se cruzam.
No interior, o bom gosto e o cuidado com os detalhes
continua a estar evidente, mas sem deixar de lado o essencial: o conforto e a
funcionalidade. Na verdade, a bordo do novo Picanto a sensação de conforto
acompanha-nos quer nos bancos frontais quer nos traseiros, ficando clara a
existência de espaço suficiente no habitáculo para realizar viagens de forma
agradável para o condutor e os passageiros. Também a bagageira apresenta
dimensões bastante generosas para a classe, possuindo uma capacidade para 200
litros, a qual pode ser ampliada para 870 litros com o rebatimento dos bancos
traseiros. O veículo possui ainda vários espaços de arrumação distintos e
bastante úteis.
É também no interior que nos apercebemos com maior
clarividência do vasto leque de equipamento que esta nova geração do Picanto
integra de série, principalmente no que toca à versão mais equipada (TX), onde
se destacam funcionalidades como o ar condicionado manual, o volante
multifunções em pele, ergonómico e com uma excelente aderência, o sistema
mãos-livres Bluetooth com reconhecimento de voz, rádio CD e MP3, ligações Aux,
USB e iPod ou o computador de bordo. Neste campo, referência ainda para o sensor
de luz, os quatro vidros eléctricos, os espelhos retráctei, os encostos de
cabeça activos e seis airbags, entre outros. As versões nacionais do Picanto não
contam com o sistema Start/Stop, pois a marca considerou que não seria
vantajoso em termos de custos para o mercado português.
O nível de equipamento TX do novo Picanto inclui ainda de
série luzes diurnas e piscas laterais colocados nos espelhos em LED, puxadores
das portas cromados, jantes em liga leve de 15 polegadas, faróis de nevoeiro,
saias laterais e aileron traseiro. Em opção, poderão ainda ser adquiridos o ar
condicionado automático (300 euros), o ESP (600 euros) e o tecto de abrir (600
euros).
Se os argumentos em termos de design e equipamento parecem,
desde logo, suficientes para cativar potenciais clientes, há ainda que juntar a
prestação em estrada, e também aí o novo Picanto não se sai nada mal. Com 998cc,
69 cavalos e um binário máximo de 95Nm, o motor Kappa de três cilindros, a
gasolina, que equipa o Kia Picanto 1.0 TX, unidade com que o LusoMotores
efectuou o teste dinâmico, mostrou-se bastante disponível e capaz de obter uma
prestação muito positiva em cidade, respondendo com eficácia às diversas
situações habituais numa rotina diária urbana. Em percurso extra-urbano, o
Picanto também não desiludiu e mostrou ser capaz de efectuar confortável e
satisfatoriamente viagens de maiores distâncias a um ritmo tranquilo.
De acordo com o construtor sul-coreano, esta versão do
Picanto regista um consumo de combustível de 5,4l/100km em ciclo urbano,
3,6l/100km em ciclo extra-urbano e 4,2l/100km em ciclo combinado. No entanto,
durante o ensaio podemos verificar que os consumos foram ligeiramente
superiores aos anunciados, baixando, porém, significativamente sempre que se
cumpria os dados fornecidos pelo indicador de mudanças de caixa. Circulando a
um ritmo mais calmo e constante, o novo Picanto apresenta realmente baixos
consumos. Em termos de emissões de dióxido de carbono (CO2), a marca anuncia
que o Picanto emite 99g/km, mas que a versão testada, por estar equipada com jantes
de 15 polegadas e pneus 175/50, emite 103g/km.
O prazer de condução é sem dúvida umas das características
que mais se destacam ao volante do novo Kia Picanto, que, com uma direcção leve
e directa, se mostrou muito ágil, estável, equilibrado e seguro durante as mais
diferentes manobras, superando categoricamente o nível de grande parte dos seus
concorrentes no segmento A e mostrando estar ao nível de diversos modelos de
segmentos superiores. Em nossa opinião, conduzir o novo Picanto, principalmente
em percurso urbano, é realmente um prazer e até as manobras mais difíceis se
tornam fáceis aos comandos deste pequeno grande citadino.
A relação preço/qualidade é outro dos argumentos
apresentados pela Kiapara impor o sucesso da nova geração do Picanto no
segmento A, que beneficia dos já habituais 7 anos de garantia da marca. O Picanto
1.0 TX por nós testado é proposto por 11.940 euros, mas as versões com um nível
de equipamento inferior podem ser adquiridas por 9.240 euros (LX) e 11.040
(EX). Além destas, serão ainda comercializadas as variantes 1.2 a gasolina (TX
Sport), que custará 12.840 euros, e a 1.0 Bi-Fuel, movida a GPL e gasolina,
cujos preços se vão iniciar 10.790 euros da versão LX e terminam nos 13.340
euros da TX, conforme o LusoMotores anunciou aquando da apresentação do modelo
à imprensa nacional. A estes preços acrescem as despesas de documentação e
transporte, estimadas em cerca de 700 euros.
Após termos ficado com uma imagem extremamente positiva do
modelo, podemos dizer, em suma, que o novo Kia Picanto, com um design e um
nível de condução dignos de um segmento superior, mostra-se um citadino por
excelência, que parece ser realmente capaz de satisfazer por completo todas as
necessidades do tipo de clientes que procuram modelos do seu segmento, no qual
se poderá assumir como um dos principais candidatos ao título do “melhor”,
tendo todas as condições para se tornar num “caso sério” de vendas. Se o leão é
o rei da selva, este tigre pode tornar-se no rei da cidade.
Chassis
Dimensões
Comprimento (mm)
3595
Largura (mm)
1595
Altura (mm)
1480
Distância entre eixos (mm)
2385
Largura com retrovisores (mm)
n.d.
Pesos
Tara (kg)
n.d.
Peso bruto (kg)
1300
Capacidade
Mala (l)
292
Depósito (l)
35
Pneus
Dianteiros
175/50 R15
Traseiros
175/50 R15
Prestações
Performance
Velocidade máxima (km/h)
153.....
Aceleração dos 0-100 km/h
14.4 s
Aceleração dos 0-400 m
n.d.
Aceleração dos 0-1000 m
n.d.
Consumos
Urbano (l/100km)
5.4
Extra-Urbano (l/100km)
3.6
Combinado (l/100km)
4.2
Emissões CO2 (g/km)
99 - 103 (vers. test.)
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Imagine que lhe fazem uma proposta a três tempos, em que numa primeira reacção irá ficar pouco interessado, depois irá desconfiar perante alguns factores que poderão despertar-lhe a curiosidade, e num terceiro instante será ainda mais tentado, aqui por um argumento convincente: o preço! Ficarão as suas dúvidas ultrapassadas, ou assumirá o papel de S.Tomé e quererá ver para crer? Nós optámos por esse caminho na apresentação do Ford Focus 1.0 Ecoboost Edition, equipado com aquele que os responsáveis da marca apontam como “o motor Ford a gasolina mais eficiente de sempre”...
Sébastien Buemi não ganhou para susto quando, em plena travagem no final da recta da meta no circuito de Xangai, viu as duas roda da frente do seu Toro Rosso desprederem-se em simultâneo do seu monoluar e saltarem, deixando o bólide a escorregar na pista assente com o nariz no asfalto. O acidente, que marcou o dia de sexta-feira, aconteceu durante a primeira sessão de treinos para o Grande Prémio da China de Fórmula 1, tendo ficado a dever-se, ao que tudo indica, a um defeito de fabrico no braço da suspensão frontal do monolugar.
A Mercedes-Benz
revelou o seu novo furgão compacto citadino, denominado Citan, cuja estreia vai
ter lugar em Setembro no Salão de Veículos Comerciais de Hannover, na Alemanha.
O Citan apresenta traços do Renault Kangoo, modelo em que se baseou o seu
desenvolvimento, no âmbito de uma parceira entre a marca alemã e o construtor
francês. No entanto, a Mercedes refere que se trata de um modelo praticamente
novo, devido ao elevado número de modificações e adaptações por si introduzidas.
A Honda promoveu um passatempo em vários países do continente europeu para o lançamento
da nova Integra, tendo como prémio a oferta deste novo modelo. Rui Antunes, fã
incondicional da marca nipónica, que acompanha assiduamente as novidades e a
dinâmica da Honda, participou nesta iniciativa e tornou-se o feliz contemplado
com este novo modelo.
A Galp
Energia, parceira do consórcio para a exploração da Área 4 na bacia de Rovuma,
no offshore de Moçambique, anunciou uma nova descoberta de gás natural de
grande dimensão no prospecto Coral-1.
A Vodafone lançou recentemente o Vodafone Protect, um
serviço que ajuda a encontrar e bloquear o telemóvel, assim como a limpar
remotamente o conteúdo pessoal do mesmo, a partir de um computador.
Sorcery, um dos mais esperados jogos exclusivos PlayStation Move para a
PlayStation 3, está, a partir desta quarta-feira, à venda nas lojas
portuguesas, por 39,99 euros e totalmente em português.
A cidade de Lisboa
recebeu, na passada segunda-feira, a primeira visita do MSC Divina, o 12º navio
da frota da MSC Cruzeiros, que tem capacidade para transportar 4.345
passageiros.
A primeira
edição do Cascais Music Festival foi, esta quinta-feira, apresentada, pelo
promotor Álvaro Covões, e vai ter lugar entre os dias 16 a 29 de Julho no
Hipódromo Manuel Possolo, em Cascais.