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Assinalando o Dia Mundial da Esclerose Múltipla, teve lugar
em Lisboa e em outras nove localidades de Portugal a terceira edição da iniciativa
“Move-te pela Esclerose Múltipla”. A piloto Elisabete Jacinto apoiou o evento
no Parque das Nações e deu a partida para os dois percursos, um pedestre de 4 a
5 quilómetros e outro de bicicleta de 8 a 10 quilómetros, respectivamente. Na
cidade do Porto, essa missão esteve a cargo do ciclista Cândido Barbosa e da
ex-maratonista Aurora Cunha.
Organizada pelo Gang da Esclerose Múltipla, a edição deste
ano procurou, uma vez mais, sensibilizar a população para esta doença
degenerativa do sistema nervoso central. As iniciativas tiveram lugar em 10
localidades do país: Lisboa, Porto, Coimbra, Braga, Aveiro, Leiria, Queluz,
Pinhal Novo, Sines e Lagos.
Em Lisboa, Elisabete Jacinto deu as boas vindas a todos os
participantes e deixou uma mensagem de coragem: “A nossa atitude, a nossa
maneira de estar e de sentir, podem condicionar a forma como a Esclerose
Múltipla pode evoluir. Uma atitude positiva, optimista, assente na esperança de
que todos os problemas têm uma solução, desencadeará aquele dinamismo interior
necessário à busca de soluções. É importante que sejam conhecidos os problemas
de quem dela sofre e que tal desperte o interesse de quem pode investir na
procura de meios que possam minimizar os danos causados pela doença. Para mim,
é um prazer estar aqui convosco a dar as mãos por esta causa”.
Para Inês Santos, membro do Gang da Esclerose Múltipla, a
entidade organizadora desta iniciativa, o evento foi um sucesso. Exemplo disso
foi o número de participantes contabilizados nas várias localidades, num total
de 1800: em Aveiro chegou aos 125, em Sines e Pinhal Novo atingiu os 250 e no
Porto os 350. “Embora tenham participado alguns portadores da doença, a maior
parte dos participantes foram pessoas solidárias com esta causa, o que nos
deixou muito satisfeitos. O objectivo, que era alertar a sociedade civil para a
Esclerose Múltipla, foi cumprido, o número de solidários aumentou em relação ao
ano passado. Não podíamos estar mais satisfeitos”, referiu Inês Santos.
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