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A produção da Honda Motor, o terceiro maior fabricante automóvel do Japão, sofreu uma quebra de 20 por cento no ano passado. A marca nipónica produziu 2,91 milhões de veículos - excluindo motociclos - em 2011, menos 20,2 por cento em termos anuais, após a indústria ter sido afectada pelo sismo de 11 de Março e respectivas consequências, pela valorização do iene e pelo abrandamento da economia europeia.
A também japonesa Toyota, que confirmou ter perdido para a rival
norte-americana General Motors o título de maior fabricante mundial de
automóveis, indicou ter produzido ao longo do ano passado menos 8,2 por
cento face a 2010.
A Nissan, detida em 44,3 por cento pela parceira francesa Renault, foi a
única fabricante automóvel japonesa a reportar um aumento da sua
produção anual, apesar da interrupção que sofreu na cadeia de
abastecimento de peças na sequência do sismo de Março de 2011 e das
inundações na Tailândia. A aliança franco-japonesa produziu 4,63 milhões
de unidades, mais 14,3 por cento face a 2010.
Por sua vez, a Mitsubishi Motors, quarta maior empresa automóvel do
Japão, fabricou 1,14 milhões de viaturas, menos 2,8 por cento do que em
2010.
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