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As recentes quebras de preços do barril de crude não tiveram reflexos nos preços dos combustíveis no mercado nacional, que continuam em alta, e Carlos Barbosa, o presidente do Automóvel Club de Portugal, não perdeu tempo a contestar a política de preços imposta pelo Governo para os combustíveis fósseis, nomeadamente gasolina e gasóleo. O presidente do ACP afirmou mesmo que não consegue perceber como é que o preço do barril de petróleo desce e não há reflexos nos preços das gasolinas em Portugal.
Carlos Barbosa recordou que os preços do petróleo sofreram, em Maio, a maior queda desde o final de 2008, na ordem dos 15%, uma situação que resulta num cenário inaceitável para os consumidores. “Não conseguimos perceber como é que o petróleo baixa 15% e aqui em Portugal nada se passa, continua tudo tranquilo”, afirmou, frisando que “se os próprios governantes não conseguem perceber o que se passa nos preços do petróleo em Portugal e continuam a manter as mesmas pessoas na autoridade da concorrência alguma coisa esta mal”.
O presidente do ACP lembrou ainda que há dois anos que a entidade a que preside tenta, junto da Comissão Europeia, perceber a situação e defende a necessidade de “mudar as pessoas que estão na concorrência ou então pedir a um organismo externo que faça um estudo sobre o preço dos combustíveis.
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