A adopção de novas e sofisticadas motorizações será determinante para que a nova Ford Transit Connect possa permitir reduções de até 12% nos custos de combustível dos operadores. Essa é a convicção do construtor na apresentação da nova Transit Connect, agora disponível com o novo e económico motor EcoBlue diesel de 1,5 litros, mas também com o bloco EcoBoost a gasolina de 1,0 litros, combinado com um sofisticado sistema de desactivação de cilindros. Além disso, a caixa manual de seis velocidades agora montada de série, ou a sofisticada caixa automática de oito velocidades disponível em opção e optimizada para baixos consumos e rapidez de resposta, são apontadas como determinantes para permitir aqueles bons resultados na utilização da Ford Transit Connect.

As tecnologias de assistência ao condutor EcoSelect e EcoMode ajudam os condutores a baixar ainda mais os consumos de combustível da gama de motores que cumpre as exigentes normas de controlo de emissões Euro 6 WLTP, tudo isto em redor da nova Transit Connect, modelo que estará disponível nos concessionários Ford na segunda metade de 2018, juntamente com a nova Transit Courier.

Em termos práticos, o novo furgão Ford Transit Connect irá chegar capaz de permitir custos de utilização ainda mais atractivos para os utilizadores de veículos comerciais, com novas e sofisticadas opções de motores (diesel e gasolina) e transmissões que optimizam a economia de combustível e as emissões de CO2 até 12 por cento. Lançada em conjunto com a nova Transit Courier, a nova Transit Connect é parte de uma revolução de produto da Ford que renovará totalmente a gama de veículos comerciais da marca durante os próximos 18 meses. A mais recente família de quatro modelos Transit tem obtido recordes de vendas, com 126.000 veículos vendidos durante os primeiros meses de 2018, o melhor resultado de sempre.

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Como refere Hans Schep, director geral de Veículos Comerciais da Ford Europa, “para os operadores de veículos comerciais, os custos com combustível são absolutamente cruciais e, nesse sentido, a Ford tem vindo a investir em novas e sofisticadas tecnologias de forma a proporcionar poupança aos seus clientes”. “A nossa nova gama de pequenos furgões proporciona uma utilização prática e em grande estilo, e temos trabalhado a fundo na redução dos custos de propriedade desenvolvendo novos e mais eficientes motores e transmissões capazes de funcionar em paralelo com as mais avançadas tecnologias de assistência ao condutor”, conclui.

A nova e sofisticada gama de motorizações para a nova Transit Connect cumpre as exigências da mais recente norma de controlo de emissões Euro 6, calculada segundo o método World Harmonised Light Vehicle Test Procedure (WLTP). O novíssimo motor Ford diesel EcoBlue de 1,5 litros combina sofisticadas tecnologias de injecção de combustível, sobrealimentação (turbo) e controlo de emissões com uma arquitectura de baixo atrito, para obter melhor desempenho e menores consumos. Também está montado de série um sistema pós-tratamento com redução catalítica selectiva.

O motor EcoBlue de 1,5 litros é proposto em três níveis de potência: 75 CV com consumos desde 4,7 l/100 km e emissões CO2 de 124 g/km; 100 CV com consumos desde 4,7 l/100 km e emissões CO2 de 123 g/km; e 120 CV com consumos desde 5,0 l/100 km e emissões CO2 de 130 g/km CO2. Os dados de engenharia da Ford, baseados em ciclos de condução reais, indicam que a versão de 100 CV é até 12 por cento mais eficiente que o modelo anterior.

Para os clientes que preferem uma opção a gasolina, a nova Transit Connect oferece uma nova e sofisticada versão do multi-premiado motor EcoBoost de 1,0 litros, dotado de uma nova cabeça e novos sistemas de injecção e de controlo de emissões para ser mais económico e emitir menos CO2. O motor EcoBoost de 1,0 litros marca também a estreia da tecnologia de desactivação de cilindros na gama Transit, contribuindo para a obtenção de um consumo de 6,4 l/100 km e emissões CO2 de 146 g/km.

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A tecnologia de desactivação de cilindros interrompe automaticamente a alimentação de combustível e o funcionamento das válvulas num dos cilindros, quando não é necessário utilizar a capacidade total do motor, como é caso da condução a baixo regime ou com o veículo em desaceleração. O sistema consegue desactivar ou reactivar o cilindro em 14 milissegundos – 20 vezes mais rápido que um piscar de olhos – e, em combinação com soluções avançadas para anular as vibrações, nada disto é perceptível para o condutor em termos da operacionalidade e desempenho do motor.

Os dados de engenharia da Ford mostram melhoramentos de até 5 por cento nas versões equipadas com o novo motor EcoBoost 1.0, em comparação com o modelo anterior.

A nova Transit Connect possui, de série, caixa manual de seis velocidades em todas as motorizações. Os clientes que preferirem caixa automática podem agora optar pela novíssima transmissão automática Ford de oito velocidades, disponível nas variantes com motores EcoBlue 1.5 de 100 e 120 CV, e que foi desenvolvida para proporcionar ainda mais poupança de combustível e melhores performances, e tudo isto num modelo que continua a oferecer aos operadores de veículos comerciais uma vastíssima gama de possibilidades, com opções de distância entre eixos curta ou longa que proporcionam volumes de carga até 3,6 m3 (VDA), capacidades de carga entre 410 kg e 900 kg, e opções de carroçaria que incluem as variantes furgão, kombi e furgão de cabina dupla.

Os intervalos de manutenção paras as versões a gasolina variam agora até dois anos/30.000 km. Para as versões diesel com caixa manual os intervalos variam até dois anos/30.000 km, com uma inspecção obrigatória após um ano. As versões com caixa automática têm intervalos de manutenção que variam até dois anos/ 20.000 km, com uma inspecção obrigatória após um ano.

J.R.

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