O mercado de automóveis usados continua a ser um dos barómetros a ter em conta na análise da saúde do sector automóvel e a Consilcar, pela sua dimensão e anos de experiência, ilustra a realidade do comércio de usados em Portugal. Quantidade, diversidade e preço são as “chaves” neste negóciocomo podemos concluir da experiência desta empresa reflectida na reportagem feita para a revista Consilcar Magazine editada pela LusoSaber, artigo agora transportado também aqui para o LusoMotores.

Com a chegada do Verão e do normal período de férias para muito portugueses, a opção pelo veículo familiar para se poder viajar com o novo carro é uma realidade em termos globais para o mercado automóvel, algo que também acontece no mercado de usados, justificando-se por esta altura, afinal como em qualquer outra, a vontade da Consilcar ser a marca do novo automóvel daqueles que por esta altura estão compradores. As opções em termos de modelos recaem mais nesta altura em carrinhas, com uma maior versatilidade para as viagens de família, mas qualquer empresa de comércio de carros usados tem principalmente que possuir uma boa capacidade de resposta às necessidades dos clientes, sejam elas quais forem.

Mais do que uma “linha de água” definida pelo número de viaturas que se vendem a cada mês, o que importante realmente no negócio de veículos usados é a rentabilidade das operações comerciais realizadas. Vender 70 ou 80 carros num mês não significa forçosamente que o mês seja particularmente positivo porque se as vendas forem assentes em veículos com pouca rentabilidade o resultado global final não será propriamente excepcional. Ao longo dos anos, as margens têm vindo a ser “esmagadas” mas apenas nos automóveis dos segmentos inferiores para os quais o preço de venda ao público é desde logo mais baixo.

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Como nos diz Edgar Condenso, um dos principais responsáveis pela Consilcar, o mercado tem valores esmagados para os carros que se vendem em volume e em menor tempo mas depois há outras alternativas. “Temos que andar sempre em busca de coisas novas porque a ‘ciência’ deste negócio é essa: andarmos sempre às curvas e percebermos onde está a rentabilidade”, explica.

A receita do sucesso passa por ter “de tudo um pouco” como nos dá conta o nosso interlocutor: “Principalmente, temos que ter quantidade porque dentro da quantidade aparece a diversidade e torna-se possível, tanto quanto possível, ter uma resposta para todas as solicitações. Temos que ter um Mégane, um Micra, mas também um BMW Serie 7 ou um Mercedes-Benz GLC. Temos que ter um bocadinho de tudo porque é isso que faz as vendas.”

Por vezes, ao longo do negócio, há automóveis que acabam “esquecidos” – “Por vezes olhamos e damo-nos conta de que este ou aquele carro já está há alguns meses em stock, e de repente vendeu-se. Às vezes já nem nos lembrávamos do carro, estava num qualquer parceiro, e a verdade é que se vendeu. Porquê? Porque o tínhamos para vender dentro da tal diversidade.”

Quantidade, diversidade e, naturalmente, o preço, acabam assim por ser as chaves de um negócio que, para a Consilcar, está muito para além das instalações físicas da empresa – “Se juntássemos todos os carros que temos não cabiam aqui, nem com dois pavilhões destes.” – até porque existem diversos stands, entidades parceiras da Consilcar, que são “alimentados” com os carros desta empresa de Massamá.

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A chegada de novas gerações de um qualquer modelo ao mercado pode revelar-se influente na forma como os modelos em stock de gerações anteriores ganham o interesse por parte do público. Porque as campanhas publicitárias em redor dos novos modelos despertam o interesse dos compradores para aquela marca, o usado das gerações anteriores, claramente mais à medida das finanças individuais, acabam assim por passar para o topo da lista das opções de compra.

Olhando para os indicadores de 2018, o mercado de carros usados voltou a ser ao longo de todo o ano passado o principal dinamizador do comércio automóvel em Portugal e da actividade financeira ligada ao sector. Naturalmente, também as operações de financiamento automóvel cresceram para a aquisição de carros usados, sejam estes os normalmente conhecidos como “km 0”, os seminovos, os usados importados ou aqueles que derivam de retomas. O importante mesmo neste negócio do ponto de vista do cliente é relacionar-se com empresas credíveis que sejam capazes de responder pelos automóveis que comercializam. Os anos de actividade no mercado e a qualidade da sua actuação colocam a Consilcar nesse patamar de qualidade e competência exigidas e os clientes sabem que assim tem sido... e que assim será!

© ConsilcarMagazine / LusoSaber

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