Elisabete Jacinto mantém terceiro lugarA piloto portuguesa Elisabete Jacinto (MAN) terminou, esta segunda-feira, a sexta etapa do Africa Eco Race na quarta posição entre os camiões, mantendo assim o terceiro lugar na geral da classe e o 13º posto da classificação conjunta auto/camião.

Na primeira especial da prova disputada na Mauritânia, a equipa Oleoban gastou 1h33m57s a percorrer os 174 quilómetros cronometrados da especial que ligou Boulanouar a Chami, na Mauritânia. Disputada em solos arenosos mas rápidos, a tirada não apresentou grandes dificuldades à formação lusa.

O trio formado por Elisabete Jacinto, José Marques e Marco Cochinho entrou assim de forma positiva nas duras e complexas pistas da Mauritânia. Os portugueses assumem, desta forma, uma boa posição na tabela classificativa para atacar já esta terça-feira as primeiras dunas da Mauritânia. Elisabete Jacinto fechou o dia com uma vantagem de 1h20m para o húngaro Miklos Kovacs, que é, neste momento, o quarto da geral entre os camiões.

Elisabete Jacinto mantém terceiro lugar

“A jornada de hoje [segunda-feira] foi rápida e não tinha dificuldades de maior. Nós temos sempre algumas reservas na passagem para a Mauritânia, no entanto, hoje viemos sempre a fundo e não tivemos problemas nenhuns. As pistas eram boas e deu para andar depressa, apesar da limitação que temos aos 150km/h. Tentámos andar tão depressa como os nossos adversários, mas, de facto, o nível de andamento destas equipas não é fácil de atingir. Estamos a dar o nosso melhor e queremos continuar com os bons resultados”, afirmou Elisabete Jacinto.

Nesta segunda-feira, apesar das pistas rápidas serem mais favoráveis aos automóveis, os russos da equipa Kamaz conseguiram, uma vez mais, resultados de destaque: Sergey Kuprianov gastou apenas mais 6m57s que o primeiro T1 a cumprir o percurso e Anton Shibalov, que se mantém na segunda posição da classificação conjunta auto/camião, precisou de mais 7m37 para concluir a etapa.

A especial desta terça-feira vai cumprir 414 quilómetros cronometrados entre Chami e Azougi. Uma das vantagens das etapas da Mauritânia, comparativamente às restantes, é que de um ano para o outro a areia muda de local, transformando o percurso, pelo que mesmo os pilotos mais habituados a estas pistas acabam por ser surpreendidos com traçados novos, onde predominam os solos arenosos e as dunas de areia fina, que têm tanto de belo como de complexo.

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